Bora Brincar de Adivinhações

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Desafio 26: Inimigos, negócios a parte

"Este é um conflito congelado, mas as brasas estão sempre acesas."

  • Não quer mais falar com seu inimigo? Estou aqui pra isso!

    O que sou?

Guerra entre Armênia e Azerbaijão​

Contexto Histórico​

O conflito de Nagorno-Karabakh é uma disputa territorial entre Armênia e Azerbaijão sobre a região de Nagorno-Karabakh, uma área de maioria étnica armênia dentro das fronteiras internacionais do Azerbaijão. As tensões entre as duas nações remontam ao início do século XX, mas o conflito armado se intensificou com o colapso da União Soviética.

Consequências e Relações Atuais​

Até hoje, as relações diplomáticas entre Armênia e Azerbaijão são praticamente inexistentes. A fronteira entre os dois países permanece fechada, e a retórica nacionalista e de ódio continua a ser uma característica marcante do discurso político em ambos os lados. As cicatrizes do conflito são profundas, com ambas as nações se engajando em campanhas de propaganda contra o outro, dificultando qualquer processo de reconciliação.
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Desafio 26: Inimigos, negócios a parte

"Este é um conflito congelado, mas as brasas estão sempre acesas."

  • Não quer mais falar com seu inimigo? Estou aqui pra isso!

    O que sou?

Guerra entre Armênia e Azerbaijão​

Contexto Histórico​

O conflito de Nagorno-Karabakh é uma disputa territorial entre Armênia e Azerbaijão sobre a região de Nagorno-Karabakh, uma área de maioria étnica armênia dentro das fronteiras internacionais do Azerbaijão. As tensões entre as duas nações remontam ao início do século XX, mas o conflito armado se intensificou com o colapso da União Soviética.

Consequências e Relações Atuais​

Até hoje, as relações diplomáticas entre Armênia e Azerbaijão são praticamente inexistentes. A fronteira entre os dois países permanece fechada, e a retórica nacionalista e de ódio continua a ser uma característica marcante do discurso político em ambos os lados. As cicatrizes do conflito são profundas, com ambas as nações se engajando em campanhas de propaganda contra o outro, dificultando qualquer processo de reconciliação.
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Resposta Desafio 26: Inimigos, negócios a parte


Parabéns K i n g z e r a!

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Atenciosamente,
Equipe Tribal Wars
 
Desafio 27: A glória para a eternidade

"Não tenho medo de um exército de leões liderado por uma ovelha;

tenho medo de um exército de ovelhas liderado por um leão."


  • Meu currículo de habilidades e conquistas são monumentais guardo na história

    Onde mostra minhas conquistas?

Informações Pessoais​

Nome Completo: Alexandre III da Macedônia
Conhecido Como: Alexandre, o Grande
Data de Nascimento: 20 de julho de 356 a.C.
Local de Nascimento: Pella, Macedônia
Data de Falecimento: 10 de junho de 323 a.C.
Idade ao Falecer: 32 anos


Objetivo​

Liderar e expandir um império com conquistas militares, deixando um legado duradouro de inovação cultural, estratégica e política.


Formação​

  • Mentor:Aristóteles
    • Período: 343-340 a.C.
    • Disciplinas Estudadas: Filosofia, ciência, medicina e artes

Experiência Militar​

Rei da Macedônia
Período:
336 a.C. – 323 a.C.

  • Batalha de Queronéia (338 a.C.):
    • Função: Comandante da cavalaria
    • Resultado: Vitória decisiva contra a aliança grega
  • Campanha Persa (334-330 a.C.):
    • Função: Comandante Supremo
    • Principais Batalhas:
      • Grânico (334 a.C.): Vitória inicial contra os sátrapas persas
      • Isso (333 a.C.): Derrota de Dario III, rei da Pérsia
      • Gaugamela (331 a.C.): Vitória decisiva, derrubada do Império Persa
  • Conquista do Egito (332 a.C.):
    • Função: Faraó do Egito
    • Realizações: Fundador da cidade de Alexandria
  • Campanha na Ásia Central (330-327 a.C.):
    • Objetivo: Subjugar rebeliões e consolidar território
    • Resultado: Estabelecimento de controle sobre Bactria e Sogdiana
  • Campanha Indiana (327-325 a.C.):
    • Principais Batalhas:
      • Hidaspes (326 a.C.): Vitória sobre o rei Porus
    • Resultado: Expansão do império até o rio Indo

Habilidades e Competências​

  • Estratégia Militar: Mestre em táticas de batalha e manobras de cerco
  • Liderança: Capacidade de inspirar e comandar tropas diversas em situações adversas
  • Administração: Fundador de diversas cidades, implementando políticas de helenização
  • Diplomacia: Habilidade em formar alianças e integrar culturas

Legado​

  • Criação do Helenismo: Fusão das culturas grega, egípcia, persa e indiana
  • Fundação de Cidades: Mais de 20 cidades fundadas, incluindo Alexandria no Egito
  • Impacto Cultural: Disseminação da língua e cultura grega por todo o seu império

Referências​

  • Aristóteles: Mentor e filósofo grego
  • Filipo II da Macedônia: Pai e precursor na unificação da Grécia
  • Ptolomeu I Sóter: General e futuro faraó do Egito, documentou a vida de Alexandre

Observações​

  • Estilo de Liderança: Alexandre era conhecido por liderar da frente, sempre participando pessoalmente das batalhas.
  • Inovações Táticas: Utilização de falanges macedônicas e cavalaria pesada, adaptando-se rapidamente às táticas inimigas.
  • Visão Cosmopolita: Alexandre incentivou o casamento entre seus soldados e mulheres locais, promovendo a mistura cultural.
 
Desafio 27: A glória para a eternidade

"Não tenho medo de um exército de leões liderado por uma ovelha;

tenho medo de um exército de ovelhas liderado por um leão."


  • Meu currículo de habilidades e conquistas são monumentais guardo na história

    Onde mostra minhas conquistas?

Informações Pessoais​

Nome Completo: Alexandre III da Macedônia
Conhecido Como: Alexandre, o Grande
Data de Nascimento: 20 de julho de 356 a.C.
Local de Nascimento: Pella, Macedônia
Data de Falecimento: 10 de junho de 323 a.C.
Idade ao Falecer: 32 anos


Objetivo​

Liderar e expandir um império com conquistas militares, deixando um legado duradouro de inovação cultural, estratégica e política.


Formação​

  • Mentor:Aristóteles
    • Período: 343-340 a.C.
    • Disciplinas Estudadas: Filosofia, ciência, medicina e artes

Experiência Militar​

Rei da Macedônia
Período:
336 a.C. – 323 a.C.

  • Batalha de Queronéia (338 a.C.):
    • Função: Comandante da cavalaria
    • Resultado: Vitória decisiva contra a aliança grega
  • Campanha Persa (334-330 a.C.):
    • Função: Comandante Supremo
    • Principais Batalhas:
      • Grânico (334 a.C.): Vitória inicial contra os sátrapas persas
      • Isso (333 a.C.): Derrota de Dario III, rei da Pérsia
      • Gaugamela (331 a.C.): Vitória decisiva, derrubada do Império Persa
  • Conquista do Egito (332 a.C.):
    • Função: Faraó do Egito
    • Realizações: Fundador da cidade de Alexandria
  • Campanha na Ásia Central (330-327 a.C.):
    • Objetivo: Subjugar rebeliões e consolidar território
    • Resultado: Estabelecimento de controle sobre Bactria e Sogdiana
  • Campanha Indiana (327-325 a.C.):
    • Principais Batalhas:
      • Hidaspes (326 a.C.): Vitória sobre o rei Porus
    • Resultado: Expansão do império até o rio Indo

Habilidades e Competências​

  • Estratégia Militar: Mestre em táticas de batalha e manobras de cerco
  • Liderança: Capacidade de inspirar e comandar tropas diversas em situações adversas
  • Administração: Fundador de diversas cidades, implementando políticas de helenização
  • Diplomacia: Habilidade em formar alianças e integrar culturas

Legado​

  • Criação do Helenismo: Fusão das culturas grega, egípcia, persa e indiana
  • Fundação de Cidades: Mais de 20 cidades fundadas, incluindo Alexandria no Egito
  • Impacto Cultural: Disseminação da língua e cultura grega por todo o seu império

Referências​

  • Aristóteles: Mentor e filósofo grego
  • Filipo II da Macedônia: Pai e precursor na unificação da Grécia
  • Ptolomeu I Sóter: General e futuro faraó do Egito, documentou a vida de Alexandre

Observações​

  • Estilo de Liderança: Alexandre era conhecido por liderar da frente, sempre participando pessoalmente das batalhas.
  • Inovações Táticas: Utilização de falanges macedônicas e cavalaria pesada, adaptando-se rapidamente às táticas inimigas.
  • Visão Cosmopolita: Alexandre incentivou o casamento entre seus soldados e mulheres locais, promovendo a mistura cultural.

Perfil
 
Desafio 28: Um grande agressor

"Contem os corpos que na guerra suscitei
do outro lado da minha espada, inimigos arrematei"

-Capitão K. Michael-​

  • Sou a contagem de corpos inimigos que eu derroto

O que sou?


William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

Durante a conquista da Inglaterra, William e suas forças estiveram envolvidos em várias batalhas e confrontos violentos, resultando na morte de milhares de pessoas, tanto soldados quanto civis. Sua ascensão ao trono inglês foi marcada por derramamento de sangue e conflitos armados, estabelecendo sua reputação como um líder poderoso e implacável.

No entanto, é importante ressaltar que, na Idade Média, a morte em combate era comum entre os líderes militares, e muitos deles tinham um papel ativo no campo de batalha.
 
Desafio 28: Um grande agressor

"Contem os corpos que na guerra suscitei
do outro lado da minha espada, inimigos arrematei"

-Capitão K. Michael-​

  • Sou a contagem de corpos inimigos que eu derroto

O que sou?


William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

Durante a conquista da Inglaterra, William e suas forças estiveram envolvidos em várias batalhas e confrontos violentos, resultando na morte de milhares de pessoas, tanto soldados quanto civis. Sua ascensão ao trono inglês foi marcada por derramamento de sangue e conflitos armados, estabelecendo sua reputação como um líder poderoso e implacável.

No entanto, é importante ressaltar que, na Idade Média, a morte em combate era comum entre os líderes militares, e muitos deles tinham um papel ativo no campo de batalha.
OD (oponentes derrotados) / ODA (atacante)
 
Última edição:
Desafio 29: A mão que movimenta o mundo

"As artérias que alimentavam os reinos com riquezas
e culturas estrangeiras."

Não importa onde, sempre estávamos lá, sem nós você não crescia

O que sou?



A Liga Hanseática, ou Hansa, surgiu no século XII e atingiu seu apogeu nos séculos XIII e XIV. Foi uma aliança de cidades mercantes e guildas comerciais predominantemente alemãs que se estendia ao longo da costa do Mar do Norte e do Mar Báltico. A Hansa foi criada para proteger os interesses econômicos e diplomáticos de seus membros, bem como para garantir a segurança das rotas comerciais contra piratas e senhores feudais.

Uma das cidades mais influentes da Liga Hanseática foi Lübeck, frequentemente chamada de "Rainha da Hansa". Lübeck tornou-se um centro vital para o comércio entre a Europa Ocidental e a Europa do Norte e Oriental. A cidade negociava uma vasta gama de produtos, incluindo sal, cereais, madeira, peles, cera, mel, peixe, vinho, tecidos e especiarias.

O Impacto Econômico
O comércio Hanseático trouxe enorme prosperidade às cidades-membro. O desenvolvimento econômico das cidades hanseáticas foi marcado pela construção de grandes armazéns, mercados movimentados e elaboradas residências mercantis. O comércio não apenas enriqueceu os mercadores, mas também proporcionou empregos e melhorou o padrão de vida nas regiões envolvidas.

Influência Política e Diplomática
A Liga Hanseática não era apenas uma entidade econômica; ela também exercia considerável influência política. A Hansa mantinha suas próprias frotas navais para proteger seus interesses e, em várias ocasiões, entrou em conflito com reis e príncipes para garantir privilégios comerciais. Por exemplo, a Liga Hanseática entrou em guerra com o Reino da Dinamarca em meados do século XIV para proteger suas rotas comerciais e venceu, consolidando seu poder na região do Báltico.

Declínio e Legado
Com o passar do tempo, a Liga Hanseática enfrentou desafios crescentes. A centralização dos estados-nação emergentes, como a Suécia, a Polônia e a Dinamarca, e a mudança das rotas comerciais, que começaram a favorecer o Atlântico devido às descobertas do Novo Mundo, contribuíram para o declínio da Liga Hanseática. No entanto, seu impacto na economia e no comércio medieval perdurou. A organização, as redes comerciais e as práticas mercantis desenvolvidas pela Hansa continuaram a influenciar o comércio europeu por séculos.

A história da Liga Hanseática é um testemunho do poder e da importância do comércio na Idade Média. Ela mostra como o comércio pode fomentar a prosperidade econômica, moldar paisagens urbanas e influenciar a política regional e internacional.


Desafio 28: Um grande agressor

"Contem os corpos que na guerra suscitei
do outro lado da minha espada, inimigos arrematei"

-Capitão K. Michael-​

  • Sou a contagem de corpos inimigos que eu derroto

O que sou?


William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

Durante a conquista da Inglaterra, William e suas forças estiveram envolvidos em várias batalhas e confrontos violentos, resultando na morte de milhares de pessoas, tanto soldados quanto civis. Sua ascensão ao trono inglês foi marcada por derramamento de sangue e conflitos armados, estabelecendo sua reputação como um líder poderoso e implacável.

No entanto, é importante ressaltar que, na Idade Média, a morte em combate era comum entre os líderes militares, e muitos deles tinham um papel ativo no campo de batalha.
 
realizações
Resposta Desafio 27: A glória para a eternidade


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Desafio 29: A mão que movimenta o mundo

"As artérias que alimentavam os reinos com riquezas
e culturas estrangeiras."

Não importa onde, sempre estávamos lá, sem nós você não crescia

O que sou?



A Liga Hanseática, ou Hansa, surgiu no século XII e atingiu seu apogeu nos séculos XIII e XIV. Foi uma aliança de cidades mercantes e guildas comerciais predominantemente alemãs que se estendia ao longo da costa do Mar do Norte e do Mar Báltico. A Hansa foi criada para proteger os interesses econômicos e diplomáticos de seus membros, bem como para garantir a segurança das rotas comerciais contra piratas e senhores feudais.

Uma das cidades mais influentes da Liga Hanseática foi Lübeck, frequentemente chamada de "Rainha da Hansa". Lübeck tornou-se um centro vital para o comércio entre a Europa Ocidental e a Europa do Norte e Oriental. A cidade negociava uma vasta gama de produtos, incluindo sal, cereais, madeira, peles, cera, mel, peixe, vinho, tecidos e especiarias.

O Impacto Econômico
O comércio Hanseático trouxe enorme prosperidade às cidades-membro. O desenvolvimento econômico das cidades hanseáticas foi marcado pela construção de grandes armazéns, mercados movimentados e elaboradas residências mercantis. O comércio não apenas enriqueceu os mercadores, mas também proporcionou empregos e melhorou o padrão de vida nas regiões envolvidas.

Influência Política e Diplomática
A Liga Hanseática não era apenas uma entidade econômica; ela também exercia considerável influência política. A Hansa mantinha suas próprias frotas navais para proteger seus interesses e, em várias ocasiões, entrou em conflito com reis e príncipes para garantir privilégios comerciais. Por exemplo, a Liga Hanseática entrou em guerra com o Reino da Dinamarca em meados do século XIV para proteger suas rotas comerciais e venceu, consolidando seu poder na região do Báltico.

Declínio e Legado
Com o passar do tempo, a Liga Hanseática enfrentou desafios crescentes. A centralização dos estados-nação emergentes, como a Suécia, a Polônia e a Dinamarca, e a mudança das rotas comerciais, que começaram a favorecer o Atlântico devido às descobertas do Novo Mundo, contribuíram para o declínio da Liga Hanseática. No entanto, seu impacto na economia e no comércio medieval perdurou. A organização, as redes comerciais e as práticas mercantis desenvolvidas pela Hansa continuaram a influenciar o comércio europeu por séculos.

A história da Liga Hanseática é um testemunho do poder e da importância do comércio na Idade Média. Ela mostra como o comércio pode fomentar a prosperidade econômica, moldar paisagens urbanas e influenciar a política regional e internacional.


Desafio 28: Um grande agressor

"Contem os corpos que na guerra suscitei
do outro lado da minha espada, inimigos arrematei"

-Capitão K. Michael-​

  • Sou a contagem de corpos inimigos que eu derroto

O que sou?


William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

Durante a conquista da Inglaterra, William e suas forças estiveram envolvidos em várias batalhas e confrontos violentos, resultando na morte de milhares de pessoas, tanto soldados quanto civis. Sua ascensão ao trono inglês foi marcada por derramamento de sangue e conflitos armados, estabelecendo sua reputação como um líder poderoso e implacável.

No entanto, é importante ressaltar que, na Idade Média, a morte em combate era comum entre os líderes militares, e muitos deles tinham um papel ativo no campo de batalha.

fez o desafio 28 de novo? ja foi respondido na pagina anterior
 
fez o desafio 28 de novo? ja foi respondido na pagina anterior
É que não foi respondido corretamente, não que esteja errado se olhasse de forma matemática, mas naõ seria a resposta no momento, ai eu juntei para ficar mais fácil para sabermos deste ponto pra frente
 
Comerciantes e Mestre do campo de batalha
Resposta Desafio 29: A mão que movimenta o mundo


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Desafio 30: Ação capturada em imobilidade eterna


"A verdadeira obra de arte não é senão uma sombra da perfeição divina."

O que sou?

No século IV a.C., após a morte de Alexandre, o Grande, seus generais dividiram seu vasto império. Rodes, uma próspera cidade-estado grega, aliou-se a Ptolemeu I do Egito. Esta aliança irritou o general Antígono, um dos sucessores de Alexandre, que enviou seu filho, Demétrio, para sitiar a cidade de Rodes em 305 a.C.

Os habitantes de Rodes resistiram bravamente ao cerco durante um ano inteiro, até que os exércitos de Demétrio foram forçados a se retirar. Em celebração à sua vitória e como símbolo de liberdade, os rodesianos decidiram construir uma gigantesca estátua de bronze do deus-sol Hélio, seu patrono.

O Colosso:

A construção da estátua foi realizada pelo escultor Carés de Lindos e levou 12 anos para ser concluída (292-280 a.C.). A estátua tinha cerca de 33 metros de altura, aproximadamente o mesmo tamanho da Estátua da Liberdade (sem o pedestal), e foi uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Lenda e Simbolismo:

Segundo a lenda, a estátua ficava na entrada do porto de Rodes, com uma perna em cada lado do canal. No entanto, estudiosos modernos acreditam que a estátua provavelmente ficava em uma posição mais estável, talvez em uma das colinas com vista para o porto.

O Colosso de Rodes simbolizava a resiliência e a liberdade do povo de Rodes. Ele também representava a gratidão aos deuses pela vitória e a defesa bem-sucedida contra os invasores.

Destino:

Infelizmente, o Colosso de Rodes teve uma existência curta. Em 226 a.C., um terremoto destruiu a estátua, quebrando-a na altura dos joelhos. Ptolemeu III ofereceu-se para financiar a reconstrução da estátua, mas um oráculo consultado pelos rodesianos desaconselhou a reconstrução, alegando que a destruição do Colosso era um sinal de desagrado dos deuses.

Os restos da estátua permaneceram no local por mais de 800 anos, atraindo turistas de todo o mundo antigo. Em 654 d.C., os restos do Colosso foram vendidos como sucata pelos invasores árabes que capturaram a ilha.

Legado:​

A lenda do Colosso de Rodes continua a inspirar a imaginação das pessoas em todo o mundo. A estátua é frequentemente lembrada como um símbolo de triunfo sobre a adversidade e a união de um povo em defesa de sua liberdade.

Este conto histórico sobre o Colosso de Rodes não apenas destaca a grandiosidade e a habilidade dos antigos escultores gregos, mas também serve como um lembrete duradouro do poder da resistência e da fé coletiva.



Desafio 28: Um grande agressor

"Contem os corpos que na guerra suscitei
do outro lado da minha espada, inimigos arrematei"

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O que sou?

Dica 01: Sou uma classificação


William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

Durante a conquista da Inglaterra, William e suas forças estiveram envolvidos em várias batalhas e confrontos violentos, resultando na morte de milhares de pessoas, tanto soldados quanto civis. Sua ascensão ao trono inglês foi marcada por derramamento de sangue e conflitos armados, estabelecendo sua reputação como um líder poderoso e implacável.

No entanto, é importante ressaltar que, na Idade Média, a morte em combate era comum entre os líderes militares, e muitos deles tinham um papel ativo no campo de batalha.
 
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Desafio 30: Ação capturada em imobilidade eterna

uma Estátua​

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Desafio 31: O descanso dos justos

"Existo para vos guiar, se me escrutinar e bem usar
a tranquilidade terá se me desviar a punição virá."


O que sou?



biblioteca do Mago
Em 1787, o HMS Bounty, comandado pelo tenente William Bligh, partiu da Inglaterra em uma missão para transportar pãofruta das Ilhas do Pacífico para as plantações do Caribe. A tripulação do Bounty era composta principalmente por marinheiros experientes, além de vários recrutas novos.

Regras e Disciplina:
A bordo do Bounty, o tenente Bligh era conhecido por sua disciplina rigorosa e pelas rígidas regras que impunha. Ele acreditava firmemente em manter a ordem e a obediência entre sua tripulação.


Desafio 28: Um grande agressor

"Contem os corpos que na guerra suscitei
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O que sou?

Dica 01: Sou uma classificação
Dica 02: Estou acompanhado das mensagens e sua tribo

Dica 03: Você chega a mim pela tela inicial da aldeia


biblioteca do Mago
William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

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William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

Durante a conquista da Inglaterra, William e suas forças estiveram envolvidos em várias batalhas e confrontos violentos, resultando na morte de milhares de pessoas, tanto soldados quanto civis. Sua ascensão ao trono inglês foi marcada por derramamento de sangue e conflitos armados, estabelecendo sua reputação como um líder poderoso e implacável.

No entanto, é importante ressaltar que, na Idade Média, a morte em combate era comum entre os líderes militares, e muitos deles tinham um papel ativo no campo de batalha.
Oponentes derrotados (OD)
 
Desafio 28: Um grande agressor = Guerras da tribo
Desafio 31: O descanso dos justos = Regras
Resposta Desafio 31: O descanso dos justos


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"Contem os corpos que na guerra suscitei
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O que sou?

Dica 01: Sou uma classificação
Dica 02: Estou acompanhado das mensagens e sua tribo

Dica 03: Você chega a mim pela tela inicial da aldeia
Dica 04: Sou a soma que mostra a quantia de inimigos derrotados



biblioteca do Mago
William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

Durante a conquista da Inglaterra, William e suas forças estiveram envolvidos em várias batalhas e confrontos violentos, resultando na morte de milhares de pessoas, tanto soldados quanto civis. Sua ascensão ao trono inglês foi marcada por derramamento de sangue e conflitos armados, estabelecendo sua reputação como um líder poderoso e implacável.

No entanto, é importante ressaltar que, na Idade Média, a morte em combate era comum entre os líderes militares, e muitos deles tinham um papel ativo no campo de batalha.
 
Desafio 28: Um grande agressor

"Contem os corpos que na guerra suscitei
do outro lado da minha espada, inimigos arrematei"

-Capitão K. Michael-​

  • Sou a contagem de corpos inimigos que eu derroto

O que sou?

Dica 01: Sou uma classificação
Dica 02: Estou acompanhado das mensagens e sua tribo

Dica 03: Você chega a mim pela tela inicial da aldeia
Dica 04: Sou a soma que mostra a quantia de inimigos derrotados



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William, o Conquistador, foi o Duque da Normandia e posteriormente Rei da Inglaterra após sua vitória na Batalha de Hastings em 1066. Ele era um guerreiro habilidoso e comandante militar experiente que liderou várias campanhas militares ao longo de sua vida.

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